III SIMPÓSIO NACIONAL DE GEOGRAFIA DA SAÚDE
I FÓRUM INTERNACIONAL DE GEOGRAFIA DA SAÚDE


E-mail2 : geosaude@ufpr.br
Período : 08 a 11 de outubro de 2007 ISSN 1980-5829

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UFPR - UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARNÁ

UEL - UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA

UEM - UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ


Apresentação

Apresentações dos palestrantes (22/10/2007)

Conferencia I : Prof Dr Mark Rosenberg – UGI / Canadá
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Conferencia II : Prof Dr Naomar Monteiro de Almeida Filho - UFBA
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Mesa-redonda I – “Ambiente e saúde”
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- Prof Dr Marco Akerman – AOPAS/Buenos Aires

- Prof Dr Samuel do Carmo Lima – UFU

- Prof Dr José Paulo Peccinini Pinese – UEL

Mesa-redonda II - Políticas de Saúde
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- Dr Silvio Fernandes da Silva – CONASEMS

- Prof Dr Álvaro Matida - ABRASCO

- Prof Dr Raul Borges Guimarães – UNESP

Coord.: Prof Dr. Cristovan Barcelos - FIOCRUZ

Conferencia III : Prof Dr Francisco Mendonça – UFPR

Mesa-redonda III: A questão alimentar e a fome
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- Prof. Dr. Jose Giacomo Baccarim – UNESP

- Prof. Dr. Paulo Batagalin Machado - IBPEX

- Profa Dra. Silvia Aparecida Guarniéri Ortigoza - UNESP - Francisco Antonio da Fonseca Menezes - CONSEA

Coord.: Profa Dra Marcia S. Carvalho – UEL

Mesa-redonda IV – Fórum Internacional de Geografia da Saúde
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- Prof Jorge Pinkenheim - Argentina

- Profa Luisa Iniguez Rojas – Cuba - Prof Dr Mark Rosenberg – Canadá - Prof Dr Miguel Gonzales Castaneda – México - Prof Raul Borges Guimarães – Brasil

        A retomada dos estudos e pesquisas relacionados ao campo da Geografia Médica e da Saúde, no Brasil, tornou-se bastante evidente a partir da década de 1990, ensejando o debate acerca da produção científica desta área do conhecimento.
        Neste contexto foram realizados no país dois eventos de âmbito nacional-internacional (Presidente Prudente/2003 e Rio de Janeiro/2005) cujos objetivos principais ligaram-se à promoção da integração/debate entre os vários profissionais ligados à temática e problemática da abordagem geográfica dos problemas de saúde-doença da população. Diagnósticos elaborados nos dois eventos deixaram claro o grande e crescente interesse de geógrafos, epidemiologistas, médicos, sanitaristas, etc. pela abordagem da dimensão espaço-temporal destes problemas, o que ensejou a realização de um terceiro evento de âmbito nacional e um segundo de âmbito internacional, uma vez que a participação de colegas/equipes de vários países (em particular da Argentina, Cuba e Portugal) nos dois eventos reafirmou a vocação internacional do mesmo. Assim, a realização deste III Simpósio Nacional e do II Fórum Internacional de Geografia da Saúde na cidade de Curitiba, numa promoção conjunta de três instituições de ensino superior – UFPR / UEL / UEM – objetiva dar continuidade e aprofundamento ao debate e ao intecambio pessoal e institucional dos participantes do mesmo, bem como oportunizar a publicação da produção científica relacionada a esta área do conhecimento.
        Vários debates ocorridos tanto nos eventos anteriores, quanto em outros organizados por áreas do conhecimento com proximidade ao enfoque geográfico dos problemas de saúde-doença da população, revelaram consideráveis distinções no tratamento desta questão. Para além das especificidades disciplinares, alguns detalhes da multicausalidade das doenças e da multi-interdisciplinaridade envolvida neste conhecimento são merecedores de maior atenção, tais como a linguagem necessária para a promoção do trabalho conjunto e do intercambio de experiências, conhecimentos e idéias. Assim, a equipe organizadora do evento em Curitiba deliberou que o tema geral, norteador das reflexões e dos debates nesta oportunidade, seja “Geografia, Medicina e Saúde: Do diálogo de saberes aos desafios da espacialização do processo saúde-doença”. Esta temática geral encontra-se sub-estruturada em cinco eixos temáticos nos quais tanto os avanços teórico-metodológicos quanto os estudos de casos poderão explicitar abordagens que coloquem em evidência o estado da arte da geografia médica e da saúde no Brasil e no exterior; os trabalhos a serem apresentados e debatidos possam, almeja-se, contribuir para minimizar os problemas de saúde da população e para uma maior eficácia das políticas de saúde.

 

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